Anda circulando pela net uma campanha para se cruzar com dois traços paralelos toda cópia de documento entregue para terceiros, com a respectiva identificação de onde foi deixado o documento. Dessa forma, seria possível identificar se o documento fosse passado adiante sem seu conhecimento (dado que a cópia não fosse editada para remover a referência...). Procurando um pouco é possível encontrar o projeto de Lei 1768/2008, do Deputado André do PV do Rio (Vide link abaixo) .
http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro0711.nsf/1061f759d97a6b24832566ec0018d832/b0194db5e7cacc57832574bf006d9501?OpenDocument
Parece uma alternativa promissória ao projeto anterior, que proibia complemtante a retenção de documentos para cadastros.
Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008
Desenhando em perspectiva
Seguem alguns experimentos que fiz com desenhos em perspectiva com pontos de fuga (veja também: Como desenhar prédios) no Corel Draw:
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Arte
Sábado, 11 de Outubro de 2008
Onde foram parar os cabelos oleosos?
Segue abaixo e-mail que eu enviei ao SAC da L’Oréal Brasil. Ref: Tipos de cabelos. Se receber resposta posto-a aqui.
Bom dia,
Queiram-me perdoar a digressão que se segue, porém asseguro-lhes que ela é pertinente ao motivo que me faz lhes escrever.
Como homem adulto e casado, acredito que não sou minoria ao afirmar que ir ao supermercado é uma atividade que não me desperta particular entusiasmo ou excitação. Mas como tantas outras obrigações cotidianas, não há muita escapatória - a saída é tentar encarar a tarefa da maneira menos dolorosa possível.
Entretanto, as companhias de Cosméticos têm tornando essa pequena obrigação cotidiana uma experiência extremamente angustiante para mim e acredito que para muitos outros consumidores também. Explico-me.
Antigamente, passar pela seção de cosméticos de um supermercado ou drogaria era uma tarefa muito simples, que não levava mais que 5 minutos. Só existiam três tipos de cabelo no mundo: os normais, os secos e os oleosos. Não importasse o tamanho da sua família, as chances de você não encontrar o tipo certo de xampu ou de esquecer-se de levar algum era reduzidíssima. Na pior das hipóteses, bastava levar xampus e condicionares para os três tipos de cabelo – o que seriam no máximo 6 tubos. Seis tubos eram o bastante para cobrir todos os tipos de cabelo do mundo.
Hoje, 5 anos depois, as companhias de cosméticos descobriram mais de 150 tipos de cabelo diferentes. Se as descobertas continuarem crescendo em progressão geométrica, daqui a 10 anos teremos mais de 2 milhões de tipos de cabelos diferentes (será que daí teremos um supermercado inteiro só para comprar xampu?). Por baixo, hoje temos que levar 300 tubos para casa se quisermos cobrir todo o espectro de tipos possíveis.
Se o problema parasse aí entretanto, não haveria nada demais. Bastaria, deduziria o sagaz leitor, ignorar os 150 novos tipos de cabelo e se limitar aos três tipos originais. Não tão rápido. Na prática, a teoria é outra, como as minhas últimas incursões à seção de cosméticos ilustram.
Eu e minha esposa nos dirigimos à seção de cosméticos de um grande hipermercado de Curitiba, para presenciar algo que para meu tormento já se repete há vários meses. Uma seção inteira só de xampus e condicionadores. 15 metros de comprimento, 8 prateleiras. Xampu e condicionadores em quantidade suficiente para encher uma piscina. Tendo ciência prévia da dificuldade da tarefa que nos aguardava, resolvemos dividir os esforços. Ela fica com os 8 primeiros metros de prateleira e eu os 7 restantes.
A missão: encontrar um xampu para cabelos oleosos. Se estivermos em um dia de sorte, talvez até encontrar um condicionador para cabelos oleosos. Mas calma, não vamos criar expectativas muito grandes: se conseguíssemos o xampu em menos de meia hora já estaríamos satisfeitos. Mais de 20 minutos de procura e nada. Nada de cabelos oleosos. Encontramos xampus para:
- Cabelos ressecados, danificados e sem brilho
- Cabelos pretos escuros
- Cabelo Brilhante fashion girl
- Cabelos difíceis de alisar
- Cabelos cacheados e rebeldes
- Cabelos cacheados
- Cabelos coloridos
- Cabelos difíceis de manter lisos
- Cachos definidos
- Cabelos normais
- Cabelo frágil e pontas abertas
- Cabelos quimicamente tratados
- Cabelo com brilho estonteante
- Cabelos opacos
Já era a oitava vez que isso acontecia somente nesse ano. O suor começava a escorrer pela testa, a ansiedade e a revolta iam crescendo. Dessa vez basta. Resolvemos chamar a supervisora da seção no supermercado, que ela sim poderia nos ajudar a cumprir tal difícil missão.
Com o apoio da ajuda externa, nos colocamos a fazer outra busca. 10 minutos depois, 30 minutos de pé procurando o xampu e nada. Até que uma esperança surge na voz da supervisora que correu em nosso auxílio. ‘Encontrei’, disse ela, nos entregando um xampu com o seguinte rótulo:Cabelos normais que ficam oleosos ao longo do dia
(Xampu que coincide ser fabricado pela “L’Oreal Brasil”, fechando o motivo das duas digressões e chegando ao cerne desta missiva). Tentando esconder a enorme frustração, agradecemos a supervisora do supermercado e voltamos para casa. Eu queria um xampu para cabelos OLESOS, não cabelos normais que ficam oleosos ao longo do dia, nem cabelos de normais a oleosos, nem cabelos ressecados e com mechas rebeldes porém frizados que durante o inverno no Canadá e a inversão dos pólos magnéticos terrestres ficam oleosos.
Não vejo problema algum em ter 150 tipos de xampus para cada tipo de cabelo diferente, mas por que não manter além dos 150, os tipos originais? (secos, oleosos e normais?) Quem produz 150, produz 153. Por favor, voltem a fabricar os três tipos de xampus/condicionadores. Eu e centenas de outros consumidores masculinos frustrados agradeceríamos em ter menos essa perturbação para nos preocupar.
Atenciosamente,
Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008
Arte digital
Essas são algumas incursões que eu fiz em arte digital, as imagens datam de 29 de outubro de 1999 e não tinham uma temática definida. Basicamente eu peguei algumas fotos digitais e brinquei com os filtros do photoshop. (Vê-se que eu fiz a coisa certa em seguir carreira na área de exatas...)








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Terça-feira, 20 de Maio de 2008
A crise do subprime pela perspectiva das pessoas comuns
Já fazia algum tempo que eu procurava uma perspectiva da crise das hipotecas imobiliárias de baixa qualidade norte-americanas (subprime) sob a ótica das pessoas comuns e diretamente envolvidas na história (sejam as afetadas negativa e diretamente, como as que estão perdendo as propriedades, como as que se opõe à ajuda do governo às primeiras).
Encontrei hoje um blog que trata justamente disso, chamado Bubble Markets Inventory Tracking .
Desde o final de 2005 ele vem acompanhando o estouro da bolha imobiliária em diversas regiões dos Estados Unidos, com comparações de preços de venda e compra, estimativas de valor financiado e lucro nas operações.
Mas o melhor tem estado nos posts mais recentes. Veja por exemplo:
Don't Cry For Me, Just Get Me My Principal Reduction
Em que a discussão nos comentários chega a ficar bem acalorada, inclusive com leitores colocando um prêmio para quem revelar a identidade do autor do blog (que se mantém anônimo).
Vale a pena descer nos comentários e acompanhar algumas delas. Algumas das tiradas que encontrei por lá:
"Will people actually have to pay for something that they signed a contract for and promised to pay? That seems un-American - what? no loophole or free ride clause? Don't I get a mulligan, or stupidity waiver?" (Ver todo o comentário)
"Don't feel offended by the $100 prize on your head. I am willing to put a $1 million prize on your head as soon as I get a $2 million, no money down, stated income, cash back loan.
Be patient please. I am calling Bernanke right now :)" (Ver todo o comentário)
Encontrei hoje um blog que trata justamente disso, chamado Bubble Markets Inventory Tracking .
Desde o final de 2005 ele vem acompanhando o estouro da bolha imobiliária em diversas regiões dos Estados Unidos, com comparações de preços de venda e compra, estimativas de valor financiado e lucro nas operações.
Mas o melhor tem estado nos posts mais recentes. Veja por exemplo:
Don't Cry For Me, Just Get Me My Principal Reduction
Em que a discussão nos comentários chega a ficar bem acalorada, inclusive com leitores colocando um prêmio para quem revelar a identidade do autor do blog (que se mantém anônimo).
Vale a pena descer nos comentários e acompanhar algumas delas. Algumas das tiradas que encontrei por lá:
"Will people actually have to pay for something that they signed a contract for and promised to pay? That seems un-American - what? no loophole or free ride clause? Don't I get a mulligan, or stupidity waiver?" (Ver todo o comentário)
"Don't feel offended by the $100 prize on your head. I am willing to put a $1 million prize on your head as soon as I get a $2 million, no money down, stated income, cash back loan.
Be patient please. I am calling Bernanke right now :)" (Ver todo o comentário)
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Sábado, 12 de Abril de 2008
A economia do Cybercrime
Já faz algum tempo que não vemos mais tantas notícias sobre invasões de websites (ou defaces, do inglês defacement) , assim como infecções em massa por vírus que causavam efeitos destrutíveis visíveis no computador do usuário a ponto de causar alarde geral.
Só em 2007, de acordo com o site de segurança Zone-H, houve uma queda de 37% no número de invasões de websites com o propósito de vandalizar a página principal (defacement). Esta é a primeira vez que ocorre uma queda no índice desde a sua criação no final dos anos 90.
O irônico é que esta queda gera mais preocupação do que alívio. O motivo é que a diminuição dos ataques visíveis (defaces) está acompanhada de um aumento dos ataques silenciosos (trojans, phishing, roubo de identidade). Só em 2007 a estimativa é que 8 bilhões de dólares tenham sido movimentados pela "indústria" do crime digital.
Esta mudança no perfil dos ataques surge como um resultado da profissionalização cada vez maior dos grupos de crime organizado com atuação digital. Naqueles idos tempos de não mais que alguns anos atrás, hackear, ou para ser mais preciso, crackear, era tido mais como uma forma de transgredir as regras sociais e prostestar, ou as vezes simplesmente fazer brincadeiras de gosto duvidoso para ganhar fama no sub-mundo digital.
Hoje em dia, os ataques virtuais são atividade econômica, com modelos de negócio sofisticados, e planos de negócio que deixam a invejar muitas empresas de atividade lícita. Já se chega a comparar a magnitude dos ataques virtuais ao tráfico de drogas. Embora existam divergências com relação a magnitude dos números, o fato é que a forma de organização e o modo de atuação compartilham diversos traços.
O Brasil, que já foi recordista mundial do número de defaces, hoje aparece no ranking do crime digital como terceiro do mundo. Parece clara a migração da atividade dos criminosos virtuais. Antes focados em atividades que se não causavam algum prejuízo, eram no mínimo de gosto duvidoso, nossos picaretas brazucas estão investindo bastante esforços para se profissionalizar. Minha impressão é que eles só não atingem o topo do ranking (liderado por Estados Unidos e Japão), porque a quantidade de dinheiro movimentada online no Brasil é muito menor que nos outros países que compõe o ranking, mas impressiona estarmos à frente de toda a Europa, por exemplo.
A escalada de crescimento desta modalidade de crime pode ser explicada por pelo menos dois fatores: a facilidade se atingir um grande número de vítimas com um investimento baixíssimo e a dificuldade de se punir este tipo de crime.
Nesta entrevista na IDG, onde se explica o funcionamento de um esquema de phishing (veja também How Fishers Work) vemos que com cerca de 300 dólares é possível comprar as ferramentas e listas de e-mail necessárias para atacar milhões de usuários. Não é necessário sequer ter conhecimento técnico sofisticado ou saber programar: boa parte dos phishers tem conhecimentos muito rudimentares e são eles próprios vítimas de phishing e scamming por outros phishers.
Com relação à dificuldade de se punir tais crimes, além das leis ainda não acompanharem as mudanças implicadas pelos avanços digitais (embora a equiparação do crime digital ao estelionato, tipificado no Artigo 171 do código penal), e dos desafios que a atuação internacional tão facilitada impõe, ainda há o fator adicional da alta segmentação dos criminosos no eco-sistema do phishing.
Há criminosos especialiados em vender listas de e-mail, outros em construir phising/rootkits, outros em alugar redes de computadores comprometidos por vírus (BotNets), outros em lavar o dinheiro obtido, usando uma intricada rede de mulas, usando por exemplo ofertas falsas de emprego e leilões virtuais como pretexto.
A expectativa dos especialistas é que ainda veremos um crescimento continuado desse tipo de crime até que as autoridades comecem a olhar com mais seriedade tais atos, e que sejam tomadas medidas duras contra este nicho do crime organizado.
Atualização em 2008/05/11: O Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (CAIS-RNP) montou um Catálogo de fraudes virtuais com análise das fraudes mais recentes e estatísticas dos ataques mais freqüentes. É de impressionar o baixíssimo nível de instrução dos spammers. Este aqui, tentando se aproveitar do interesse pelo escândalo do jogador de futebol Ronaldo, escreve imprensa como 'empressa' (!!!).
Só em 2007, de acordo com o site de segurança Zone-H, houve uma queda de 37% no número de invasões de websites com o propósito de vandalizar a página principal (defacement). Esta é a primeira vez que ocorre uma queda no índice desde a sua criação no final dos anos 90.
O irônico é que esta queda gera mais preocupação do que alívio. O motivo é que a diminuição dos ataques visíveis (defaces) está acompanhada de um aumento dos ataques silenciosos (trojans, phishing, roubo de identidade). Só em 2007 a estimativa é que 8 bilhões de dólares tenham sido movimentados pela "indústria" do crime digital.
Esta mudança no perfil dos ataques surge como um resultado da profissionalização cada vez maior dos grupos de crime organizado com atuação digital. Naqueles idos tempos de não mais que alguns anos atrás, hackear, ou para ser mais preciso, crackear, era tido mais como uma forma de transgredir as regras sociais e prostestar, ou as vezes simplesmente fazer brincadeiras de gosto duvidoso para ganhar fama no sub-mundo digital.
Hoje em dia, os ataques virtuais são atividade econômica, com modelos de negócio sofisticados, e planos de negócio que deixam a invejar muitas empresas de atividade lícita. Já se chega a comparar a magnitude dos ataques virtuais ao tráfico de drogas. Embora existam divergências com relação a magnitude dos números, o fato é que a forma de organização e o modo de atuação compartilham diversos traços.
O Brasil, que já foi recordista mundial do número de defaces, hoje aparece no ranking do crime digital como terceiro do mundo. Parece clara a migração da atividade dos criminosos virtuais. Antes focados em atividades que se não causavam algum prejuízo, eram no mínimo de gosto duvidoso, nossos picaretas brazucas estão investindo bastante esforços para se profissionalizar. Minha impressão é que eles só não atingem o topo do ranking (liderado por Estados Unidos e Japão), porque a quantidade de dinheiro movimentada online no Brasil é muito menor que nos outros países que compõe o ranking, mas impressiona estarmos à frente de toda a Europa, por exemplo.
A escalada de crescimento desta modalidade de crime pode ser explicada por pelo menos dois fatores: a facilidade se atingir um grande número de vítimas com um investimento baixíssimo e a dificuldade de se punir este tipo de crime.
Nesta entrevista na IDG, onde se explica o funcionamento de um esquema de phishing (veja também How Fishers Work) vemos que com cerca de 300 dólares é possível comprar as ferramentas e listas de e-mail necessárias para atacar milhões de usuários. Não é necessário sequer ter conhecimento técnico sofisticado ou saber programar: boa parte dos phishers tem conhecimentos muito rudimentares e são eles próprios vítimas de phishing e scamming por outros phishers.
Com relação à dificuldade de se punir tais crimes, além das leis ainda não acompanharem as mudanças implicadas pelos avanços digitais (embora a equiparação do crime digital ao estelionato, tipificado no Artigo 171 do código penal), e dos desafios que a atuação internacional tão facilitada impõe, ainda há o fator adicional da alta segmentação dos criminosos no eco-sistema do phishing.
Há criminosos especialiados em vender listas de e-mail, outros em construir phising/rootkits, outros em alugar redes de computadores comprometidos por vírus (BotNets), outros em lavar o dinheiro obtido, usando uma intricada rede de mulas, usando por exemplo ofertas falsas de emprego e leilões virtuais como pretexto.
A expectativa dos especialistas é que ainda veremos um crescimento continuado desse tipo de crime até que as autoridades comecem a olhar com mais seriedade tais atos, e que sejam tomadas medidas duras contra este nicho do crime organizado.
Atualização em 2008/05/11: O Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (CAIS-RNP) montou um Catálogo de fraudes virtuais com análise das fraudes mais recentes e estatísticas dos ataques mais freqüentes. É de impressionar o baixíssimo nível de instrução dos spammers. Este aqui, tentando se aproveitar do interesse pelo escândalo do jogador de futebol Ronaldo, escreve imprensa como 'empressa' (!!!).
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Domingo, 23 de Março de 2008
Cotas na TV Paga, ou um atentado à economia de mercado
Mais uma dos nossos governantes tupiniquins:
O impacto nos consumidores, segundo estudo da consultoria econômica Pezco, será um aumento de até 140% nos pacotes de TV por assinatura (valor calculado baseado nos custos que as operadoras terão para implantar as cotas) além de uma inevitável redução da variedade de programs dinsponíveis, com um show de reprises e eventual extinção de canais que não conseguirem cumprir a cota.
Mais um retrocesso e outro passo em direção ao Brasil de vôos de galinha...
- TV por assinatura terá cotas de programação nacional - O Globo - 19/03/2008
- Cota de conteúdo nacional é atacada pela TV paga - Folha de S Paulo - 04/03/2008
- http://www.liberdadenatv.com.br - Campanha Pela Liberdade na TV
O impacto nos consumidores, segundo estudo da consultoria econômica Pezco, será um aumento de até 140% nos pacotes de TV por assinatura (valor calculado baseado nos custos que as operadoras terão para implantar as cotas) além de uma inevitável redução da variedade de programs dinsponíveis, com um show de reprises e eventual extinção de canais que não conseguirem cumprir a cota.
Mais um retrocesso e outro passo em direção ao Brasil de vôos de galinha...
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